Para além do choque dos efeitos da guerra, principalmente nos combustíveis, outro grupo começa a aparecer no radar como fonte de pressão inflacionária maior do que o previsto este ano e também no próximo.
Segundo economistas ouvidos pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), a dinâmica benigna dos alimentos observada em 2025 pode dar lugar a dois anos seguidos de alta acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), impondo ainda mais dificuldade à tarefa do Banco Central de trazer o indicador à meta de 3%.