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“Bem-vindos ao luxo”: facelift reforça imagem de corretora de alto padrão

Premiada no mercado imobiliário de luxo, Mônica Poplawski aposta na cirurgia plástica como parte de um investimento em imagem, confiança e posicionamento diante das câmeras

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Premiada no mercado imobiliário de luxo, Mônica Poplawski aposta na cirurgia plástica como parte de um investimento em imagem, confiança e posicionamento diante das câmeras

O facelift ganhou novo protagonismo entre as cirurgias plásticas faciais. Em 2024, foram realizados cerca de 737 mil procedimentos no mundo, segundo levantamento da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS). Só no Brasil, foram aproximadamente 121,5 mil facelifts no período. O país realizou ainda 2,35 milhões de cirurgias plásticas no total, ocupando a primeira posição mundial em procedimentos cirúrgicos.

É nesse cenário que Mônica Poplawski, corretora especializada no mercado imobiliário de luxo em Alphaville, São Paulo, decidiu fazer seu mais recente investimento: desta vez, na própria imagem.

Reconhecida com o prêmio de melhor corretora de luxo do Brasil e conhecida nas redes sociais pelo bordão “Bem-vindos ao luxo”, Mônica utiliza a própria imagem como uma das ferramentas de seu trabalho. É diante das câmeras que apresenta imóveis de alto padrão, conversa com potenciais compradores e fortalece sua marca pessoal.

Com o aumento da exposição nos vídeos, porém, algumas mudanças provocadas pelo envelhecimento começaram a incomodá-la, especialmente na região das bochechas. A decisão foi realizar um facelift associado ao tratamento do pescoço e à blefaroplastia.

“Para mim, o lifting facial foi muito além de uma escolha estética. Foi uma decisão de investir em mim, na minha imagem e na maneira como me apresento profissionalmente”, conta Mônica.

“Atuo no mercado imobiliário de luxo, em que imagem, presença e confiança fazem parte da relação com os clientes. Durante as gravações dos meus imóveis, eu já percebia que o meu rosto estava me incomodando, principalmente a região das bochechas, e isso começou a interferir na minha segurança diante das câmeras”.

A cirurgia

O procedimento foi realizado pelo cirurgião plástico Dr. José Cury (CRM-SP 150220 | RQE 82241), médico com atuação em São Paulo e experiência em cirurgias faciais. Ao longo de sua carreira, Cury passou a atender personalidades, artistas e influenciadores, além de pacientes de diferentes regiões do Brasil e do exterior.

No caso de Mônica, o planejamento cirúrgico buscou tratar diferentes sinais do envelhecimento facial preservando suas características.

“A Mônica é uma mulher brilhante e uma das maiores referências no mercado imobiliário de luxo do país. No trabalho dela, a imagem e a presença digital são extensões diretas do seu posicionamento e da sua autoridade. Por isso, o procedimento vai muito além da estética: é sobre resgatar uma autoestima que se reflete diretamente na confiança dela frente às câmeras e no dia a dia”, afirma Cury.

Segundo o médico, a cirurgia envolveu o tratamento da flacidez do pescoço e das bandas platismais, estruturas musculares que podem se tornar mais aparentes com o envelhecimento, além do reposicionamento dos tecidos do terço médio da face e da blefaroplastia.

“No caso dela, desenhamos um tratamento facial completo focado em trazer jovialidade com extrema naturalidade. Tratamos a flacidez do pescoço e a separação das bandas platismais, devolvemos a sustentação da musculatura do terço médio da face que cedeu com o tempo e realizamos a blefaroplastia para suavizar o olhar cansado e remover as bolsas de gordura. O resultado é uma estrutura facial redefinida, sem excessos de pele, que devolve à Mônica a energia e o vigor que ela já transmite na sua trajetória profissional”, explica o cirurgião.

Para Mônica, o resultado ultrapassa a mudança percebida no espelho e chega justamente ao ponto que motivou a decisão: sua relação com a própria imagem profissional.

“Hoje, com o resultado já aparente, me sinto mais confiante para gravar, me posicionar e, principalmente, me conectar com os meus clientes. Eu não queria mudar quem eu sou, mas fazer com que a minha imagem refletisse a mulher que eu me sinto por dentro”, afirma.

Em uma carreira na qual presença, comunicação e imagem caminham lado a lado, a corretora resume a cirurgia não como uma tentativa de transformação, mas como um investimento na marca que leva seu próprio nome.